dinsdag 9 april 2013

E AS GENTES DE AVENTAL DIZEM QUE SE HÀ CULPA DE ALGUÈM ENTÃO A CULPA É CERTAMENTE NOSSA

de quem é a responsabilidade da incerteza política que vivemos esta semana este mês este século?

 A resposta é rápida: de todos os cabrões vivos e semi-mortos e mesmo dos que depois de mortos se metem na política
 Toda é deles e sem ter de a dividir com ninguém. E essa responsabilidade divide-se em três ou quatro ou mesmo duas resmas:
 

1ª parte. O governo, entidade misteriosa e una como uma barra de cobre fez um Orçamento muito limitadinho pois num estado onde a lentidão dos tribunais mata os litigantes e onde os complexos con tratos legais são inquebráveis só a despesa salarial e das pensões é fácil de reduzir e de 1974 a 1992 em desvalorizações de 6 por cento ao mês e de 25 ou 30% ao ano fizeram-no muitas vezes então aparentemente tal não era inconstitucional, mas antes excepcional e geralmente anual ou mensal, uma dessas.

2ª O  suposto "choque" in constitucional é insonso.
Há meses que praticamente todos os constitucionalistas, excepto praticamente os outros todos  avisavam que seria este o resultado ou se calhar um diferente.Havia de tudo, desde um professor de direito constitucional afilhado de Marcello o Cae Tanas que dizia que se calhar sim e se calhar não, pois a lei tem destas coisas e nunca se sabe se o que era inconstitucional fica ou sai da sharia do al coirão.

3ªA decisão do Tribunal não foi uma bizarria incompreensível que nos apanhou de surpresa, faz parte do jogo da mais poderosa corporação do estado novo, que contrariamente aos Bentos de Jesus Caraças tinham direito a charuto e cognac nos voos para os tarrafais de são tomé  e ordenanças no xilindró para lhes limparem o viegas.
Era esperada e foi mais do que justificada até por juristas da área do PSD, que afiavam as facas nas costas de incubadoras políticas várias.

DANI LE ROUGE Arrisca-se mesmo a dizer, não sendo alvo de risco algum nem de processo penal ou multa se não cumprir o prometido, que disso tratará amanhã, disso o quê?
Pois em politiquês o quê é um empecilho, basta dizer que tratará disso, a dívida tratarei disso
os 150 mil empregos prometidos por socrates o grego?
tratarei disso
os 100 mil milhões de notas de 500 contos prometidas por soares?
tratarei disso
um político deve ser assim assertivo
a firma faliu...a culpa é do governo

o estado é ingovernável há décadas a culpa é do governo

o governo é formado por carradas de imbecis?
a culpa é do Crato ou do prior do Crato dum desses

os autarcas e os sobas das ilhas gostam de patrocinar jornais e clubes de futebol e gastam milhões a regar relvas

a culpa é da educação do eleitorado

se alguma coisa foi desejada pelo governo de imbecis para imbecis foi safarem-se para Paris antes que o esgoto do con dominium rebente ou arre bento que és são.


Sobre esta declaração de inconstitucionalidade de uma nação ou estado febril, o barão vermelho de Lavos e Eslavos Escravos leu e ouviu duas teses peregrinas:

 

A primeira que nesta série de 1ªs já devia ir em 3ª ou 4ª ou marcha à ré era esta estória: o Tribunal Constitucional vulgo T.C. deveria ter em conta a situação financeira em que o governo colocou o País, que já estava lixado há anos e anos mas ninguém reparou nisso, pois a crise imobiliária da Irlanda só rebentou em 2006 e obviamente era um caso local sem nenhum paralelismo com os 5 milhões e 400 mil casas que esperam por charters de chineses há décadas


Na realidade, foi o que o TC ou seja o tribunal con's anal, somos muito preguiçosos para fazer copy paste, ou seja para copiar cem vezes : eu sei o que fez no ânus passado.
eu sei o que fez no ânus passado.
eu sei o que fez no ânus passado.
et caetera...97 vezes
eu sei o que fez no ânus passado.
E fez mal, pois agente sabe sempre que só agente faz as coisas bem, criando um grave precedente de sus pensão da Constituição que ninguém notou a flutuar por aí e prejudicando milhares de pessoas senão biliões de pessoas, que anteriormente tinham sido super-beneficiadas mas isso não é relevante, a cada um seus problemas, se há miséria há décadas não é problema daqueles que têm algum para serem prejudicados.
Como até a boa-vontade dos tribunais e tribunos e outros aventaes tem limites, perante a insistência teimosa e até desrespeitosa respect meu, olha-me este mânfio a traficares na minha zona do ponto de vista da máfia institucional ou instituída que, como é evidente, tornaria a Constituição numa inexistência prática ou quiçá teórica como todas as inexistências excepto esta aparentemente.
 
A Democracia baseia-se no princípio da separação de poderes, não se baseia na vontade da populaça vulgo piolheira, a democracia tem poderes e super-poderes a populaça tem cadeias e reformatórios, tem asilos e hospitais, tem a rua e canis
 Não cabe ao Tribunal Constitucional fazer a gestão das contas públicas.
Cabe-lhe apenas gastar a sua parte
Não é da competência ou da dignidade militar preocupar-se com as consequências das promoções
tal é algo fora da condição militar

parece-me que também ouvi uma cousa parecida
o que é milagroso pois juro que sou surdo de nascença

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